Vida, Morte, Renascimento, Nascer e o Pôr do Sol. A Espiral de Arquimedes.


O termo espiral é muitas vezes usado genericamente para descrever qualquer curva regular que gire sobre um ponto central ou eixo enquanto se afasta também do mesmo. Quando pensamos em espirais, vem logo à mente tal como: a curvatura suave da gavinha de um feto, a forma de um tentáculo retraído de um polvo, a forma apresentada por uma centopeia morta, o intestino em espiral de uma girafa, a forma da língua de uma borboleta, ou talvez, o corte transversal em espiral de uma ranhura.

As espirais possuem uma beleza que os seres humanos transportam para a sua arte e para as suas ferramentas, e que a natureza tem usado na criação de muitas formas de vida.

A Matemática, por sua vez, a tem de forma mais simples, a espiral de Arquimedes, foi discutida pela primeira vez por Arquimedes em 225 a.C. no seu livro Das Espirais. Ela pode ser expressa através de uma equação, onde descreve seu movimento circular e a distância entre esse movimento.

As espirais mais comuns observadas são do tipo de Arquimedes: as espirais das molas fortemente enroladas, dos tapetes enrolados e da joalharia decorativa. As utilizações práticas da espiral de Arquimedes incluíam a transformação do movimento rotativo em movimento linear em máquinas de costura. A mola em espiral de Arquimedes é particularmente interessante pois consegue responder tanto à força torsional como translacional.

As espirais, frequentemente desde os primórdios, em piras, sugere que este símbolo pode ter representado o ciclo da vida, da morte, e do renascimento, como com o nascer e o pôr do Sol.

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