Googol

O termo googol, que significa o número 1 seguido por 100 zeros, foi criado por Milton Sirotta, com nove anos de idade. Milton e seu irmão Edwin trabalharam durante grande parte das suas vidas na fábrica do pai em Brooklyn, Nova Iorque, pulverizando silos de alperces para formar um abrasivo usado para fins industriais. Sirotta era sobrinho do matemático americano Edwin Kasner, que popularizou o termo após ter pedido a Milton para inventar uma palavra para um número muito grande. A palavra googol apareceu, pela primeira vez, em publicações impressas em 1936.

Kasner é conhecido por ter sido o primeiro judeu nomeado para uma colocação na faculdade em ciências na Universidade de Columbia e por ser coautor do livro intitulado Mathematics and the Imagination (Matemática e a Imaginação), em que introduziu o termo googol a uma vasta audiência não técnica. Embora googol não tenha especial relevância matemática, provou ser muito útil para comparar quantidades grandes, e para estimular a inquietação no espírito das pessoas relativamente às maravilhas da matemática e ao vasto Universo em que vivemos. Mudou também o mundo de outras formas. Larry Page, um dos fundadores do motor de busca de internet Google, ficou intrigado pela matemática e deu o nome à sua empresa inspirado no termo googol, após involuntariamente ter escrito mal a palavra.

Existe uma variedade de maneiras de dispor 70 itens numa sequência com base na palavra googol, como, por exemplo, 70 pessoas à espera numa fila para entrar numa porta. Muitos cientistas concordam que, se pudermos contar todos os átomos em todas as estrelas, podemos ver uma quantidade infeior a googol átomos. Contudo, o número de jogos de xadrez possíveis é superior a um googol. O termo googolplex é 1 seguido de um número googol de zeros. Existem mais dígitos do que átomos nas estrelas do Universo visível.

 

 

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